14/04/2013

Breaking the news


Cheia de nervos, fui duas vezes ao gabinete do meu director. Das duas, porta fechada.
Sexta feira, finalmente, vi-o ao longe e não esperei mais. Interrompi-lhe o café e, num chorrilho de palavras, (demasiadamente) rápidas e desordenadas contei-lhe que vou concorrer para o Algarve e tudo o que está por detrás dessa decisão.
Aguardei.
Sorriu-me e desejou-me felicidades.

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