Outubro começou bem, com o (tão) ansiado feriado do dia cinco passado com amigos queridos num circuito pela capital que começou no Parque das Nações e terminou no cimo do Cristo-Rei.
As conversas que temos tido nestes doze anos de amizade têm vindo a tomar outros contornos nos últimos tempos. Se no passado ansiavamos apenas pela próxima vez que passaríamos algum tempo juntos, agora fazemos projetos e acreditamos neles, achando que desta vez as coisas poderão realmente materializar-se.
Se as coisas continuarem a ir nesta direção, a qual não estamos a forçar mas que se nos apresenta com alguma objetividade embora com a forma de desafio, é possível que as coisas mudem radicalmente por aqui.
É tempo de orar, aguardar, ser paciente...
É tempo de orar, aguardar, ser paciente...
Na escola as coisas vão andando, devagar. Está a ser bom o regresso ao modelo de organização curricular anterior, com aulas de cinquenta minutos em vez dos horríveis noventa. É tambem bom poder estar com cada turma duas vezes por semana em vez de os ver apenas uma vez na mesma.
Os quintos anos são uma "mão-cheia". Miúdos bastante irrequietos embora também interessados. A parte mais aborrecida é quando vemos que cada vez mais trazem as regras menos definidas, especialmente no que toca à forma de falar e estar. Os pais deste país, na sua grande maioria, estão cada vez mais a desinvestir na educação básica, do dia a dia e isto nota-se de ano para ano. É aqui que, como mãe, me orgulho da educação que dou aos meus filhos pois, até agora, da boca das suas professoras só oiço louvores pela forma como se comportam nas aulas e se dirigem aos adultos, sempre com respeito e educação.
Espero que assim continuem.







