30/06/2011

Da avaliação final do mais velho

Saíram hoje as notas do meu filhote mais velho.

Aqui vão elas:

LP-3
Inglês - 5
HGP - 4
Matemática-4
CN - 4
EVT - 4
EF - 4
Instrumento - 5
Formação Musical - 3
Classe de Conjunto - 4
Área de Projecto - SB
Formação Cívica - SB

29/06/2011

10 de 10

Estou, espero eu, na décima e última reunião de avaliação deste ano lectivo, caso não haja a surpresa de algum recurso ou avaliação extraordinária, que isto de dar notas nem sempre é muito linear e roça até o obscuro. Nunca houve tanto sucesso. A luz verde do semáforo das passagens é contínua. Não há stops; as ultrapassagens são muitas vezes feitas sobre traços contínuos e a elas todos fechamos os olhos qual polícias de um sistema viciado. Temos de ser assim pois assim nos obrigam a ser.As nossas decisões são fictícias...virtuais. Não há volta a dar e as contas podem dar sempre certo. Basta querer.

25/06/2011

Passaram mais de vinte anos, a escola já tinha acabado e o calor era o mesmo de hoje. Ainda não batiam as três horas e já nós íamos pelo caminho de terra estreito, por detrás do cemitério, rumo à praia que havia então. Eram quinze minutos que se faziam depressa, entre risinhos, com algumas quedas à mistura e picos nos pés. À chegada, todas as caras eram conhecidas. Estendíamos a toalha num mar de cascas de ostra brancas e vazias e conchas de berbigão, bem perto da água, com a distância bem calculada e ditada pela subida da maré. Sabíamos as marés de cor e ansiávamos pelos dias em que  avançava de tal maneira que formava uma lagoa mesmo a meio da praia. Nesses dias, a praia ficava pequena e parecia mais cheia e, no pontão, havia pescaria e mergulhos de cabeça. Ao longe, os grandes barcos azuis levavam e traziam gente do Barreiro ao Terreiro do Paço e provocavam uma ligeira ondulação que recebíamos com agrado.
A maré vazia trazia também os seus encantos. Não conseguíamos chegar à água por causa do lodo mas, no meio dele encontrávamos berbigão que punhamos num balde e que levávamos para casa para comer ao fim do dia. Nesses dias chegávamos sujos e cansados.
Não ansiávamos pelas verdadeiras praias de mar, apesar da Caparica e Sesimbra estarem ali tão perto com quilómetros e quilómetros de areia branquinha, água impoluta. Essas eram-nos permitidas apenas ao fim de semana, quando o pai nos levava bem cedinho. Também era bom mas não era o mesmo. A nossa praia era aquela, com pulgões que pareciam pequenos camarões a saltar na areia , cortes nos pés e barriga às voltas por engulir água suja.
Tempos bons, aqueles.





21/06/2011

Há 15 anos...

...chegava o Barry a Portugal, trocando a sua chuvosa e fria Ilha Esmeralda, por um lugar ao sol.
Continuo grata por ele e pela decisão que tomou.

20/06/2011

Tentando servir o nosso Deus. Mais e melhor.



Recital





16/06/2011

Do eclipse

Depois de dezenas de fotos, a única que ficou minimamente aceitável foi esta




( ampliação da anterior)

08/06/2011

Junho.
Um mês trabalhoso mas, ao mesmo tempo, com um sabor tão especial!
A contagem final para as férias está aí.
Vou entretanto ali fazer as malas e já venho.

06/06/2011

Foi um fim de semana por demais ocupado. Tirando as duas horas da tarde de sábado, a ver o filme  "Limitless", não parei. Das limpezas às compras, da festa de aniversário da IES à Ópera do Agrupamento, dos cozinhados à roupa para engomar, e ainda procurar a escola onde ir votar,  de tudo um pouco se fez!. Dava-me jeito que hoje tivesse sido feriado ou coisa assim, para descansar um bocado...
Felizmente, daqui a uns dias vamos poder espairecer por outras paragens.
Can´t wait!

01/06/2011

Primeiro de Junho - parte dois

Engraçado que quando menos se espera, certas situações se podem tornar surpreendentemente agradáveis. Hoje, na escola, não estava em crêr que a actividade do Dia da Criança me oferecesse muito mais do que... trabalho extra!! Mas... bastou um piano juntar-se à festa para fazer toda a diferença.

Primeiro de Junho

Para não variar, o dia começou bem cedo. Três pares de pés, andando pela casa, anunciavam que era tempo de despertar. Mas, desta vez, havia um nervoso miudinho em cada passada e, entre risinhos, os miúdos iam espreitando o que fazíamos. Quando por fim viram o saco de presentes, perceberam que a espera terminara e era chegada a altura de receber a prenda do Dia da Criança que já havia sido prometida há mais de um mês. Apesar de em anos anteriores não ligarmos muito a este dia, desta vez resolvemos festejá-lo. Não tanto pela convenção  mas porque os nossos filhos verdadeiramente merecem: têm sido obedientes, bons alunos, afáveis, prestativos, responsáveis e mais uns quantos adjectivos que não escrevo para que a soberba não tome conta deste texto...e, para rematar - não há filhos como os meus!

31/05/2011

Um ano volvido. Todo. Inteirinho. Dias, semanas e meses a afastarem-me daquela que, até agora, foi a escola de que mais gostei.
O telefona toca regularmente. Do lado de lá as vozes dos amigos e colegas que ainda lá estão. Continuamos a trabalhar em conjunto. Ainda me pedem opinião. Ainda peço a ajuda deles. Ainda me dão colinho quando estou triste com o dia-a-dia desta minha nova realidade profissional.
É bom gostar do que fazemos mas é muito melhor trabalharmos com gosto.

30/05/2011

Exame#2

Chegámos agora. Os nervos já se dissiparam tal qual as nuvens que há pouco desabavam sobre nós mas que em poucos minutos deixaram a descoberto o céu azul.
O exame correu bem e o professor veio à porta sossegar-nos o nervoso miúdinho e anunciar-nos que tudo ia bem.
Agora, com o coração mais compassado, descansamos e pensamos que as férias se aproximam a passos largos.

Exame

Hoje, o mais velho, tem exame de percussão no Conservatório. Tem estudado diariamente, ainda que por pouco tempo e, muito sinceramente, não acho que esteja lá muito bem preparado. Ou melhor, deve dar para passar mas não com uma grande nota.
Daqui a pouco lá vamos os dois.
Adivinhem que é que está uma pilha de nervos?

27/05/2011

26/05/2011

Há pessoas que se espantam e até parece que levam a mal pelo facto da nossa pequenita não querer falar português. Eu explico pacientemente, que há-de chegar o dia (porventura quando entrar para a pré) que há-de habituar-se a ouvir e a falar regularmente etc, etc. Mesmo assim há quem goste de dar sugestões, de inventar estratégias, de opinar, como se não fosse mais do que normal, uma criança que convive diariamente com a língua inglesa (porque é a língua que o pai fala e o que se fala mais cá em casa) optar por falar nesse idioma, mas sim imperioso que uma vez em Portugal, seja obrigada a falar sempre português...
Claro que ainda há aqueles que optam por ficar caladitos mas a quem reconhecemos alguns sinais de crítica...como que a acharem que somos mas é uns snobs...
Nestes casos, já optei por não me pôr com grandes explicações. Esboço um sorrisinho, encolho os ombros e só digo: Tem tempo, tem tempo.

Ps. Sim, incentivo os miúdos a falarem o mais possível em inglês. É algo necessário, útil e que lhes abre muitas portas. Se já vem do berço...melhor ainda!

25/05/2011

Preocupação

Vi ontem o vídeo das agressões entre jovens raparigas, na zona de Benfica e fiquei chocada. Muito chocada. Violência extrema e uma apatia total por parte dos espectadores, não intervindo, limitando-se a observar e a gravar. É este o mundo em que vivemos. É este o mundo em que os nosso filhos vivem.

23/05/2011

Fim-de-semana

Sábado: fomos ao aniversário do BI no parque da Costa, lugar que todos conheciam menos eu...eheh. Agradável, realmente.

Domingo: o destino foi Vila Nova de Milfontes, um dos lugares por nós mais apreciados e que nos traz boas memórias.
Um dia bonito, uma viagem calma e uma boa pregação na Igreja.
De regresso ao blogue após alguns dias menos fáceis.

15/05/2011

Faleceu a minha avó Naná.
A minha última avó.
A única bisavó dos meus filhos.
A família perdeu tanto, tanto.