30/10/2009

Autumn Blossoms

Não sei o que se passa com as estações do ano...o meu Rock garden está outra vez em flor!




28/10/2009

Rebeca - 22 MESES

A Rebeca faz hoje 22 meses.
Está muito comunicativa e fala pelos cotovelos embora nem todos entendam o que diz!
Aqui ficam as fotos.




22/10/2009

As novas ministras

Gostei de ver o nome de duas das minhas ex-professoras preferidas no novo governo: Gabriela Canavilhas, ministra da cultura, foi minha professora no Conservatório Nacional e aquela que melhores recordações me deixou, tanto pela excelente pessoa que era, como pela forma como me conduziu pelos caminhos da Música. Isabel Alçada, Ministra da Educação, ensinou-me História de Portugal (na ESE) como ninguém jamais o tinha feito anteriormente. Cada século era explorado como se de uma aventura se tratasse e aprendi como nunca! Vamos ver agora se impressionam os portugueses como a mim o fizeram um dia!

11/10/2009

Dos últimos dias

Dores de cabeça: de terça a sexta, mais ou menos à mesma hora elas apareciam, as malditas. Valeu-me o Ibuprufeno que, ainda dentro do prazo, me deu o alívio necessário para poder ir trabalhar em condições e conseguir enfrentar aparelhagem e vinte e oito flautas, bem contadas mas (por enquanto) mal tocadas.
De regresso a casa, sempre a mesma rotina: dar o lanche à Rebeca, acolher nos braços um David cansadito mas entusiasmado e cheio de "iii" e "uuuu"" para contornar, identificar e escrever no caderno de casa. Uma hora mais tarde o mesmo para o Mateus desta vez com histórias de ossos, músculos, números décimais (que-me-estão-a-dar- conta-da-cabeça-já-não-sei-fazer-contas-daquelas)e muito recreio para contar.
Já com as dores a querer regressar, despacho banhos e jantares e meto-os todos na cama às nove badaladas...todos não...a pequena resistente ainda grita "Pon-Bob" (Sponge Bob Square Pants) na sala, enquanto reclama os desenhos animados que de repente a cativaram e dos quais agora não se farta!
Já de rastos, apanho do chão as coisas espalhadas, arrumo a casa-de-banho que ficou uma "mess" e lembro-me que ainda não jantei e que secalhar é por isso que estou com "impressões no estômago", daquelas que se tem quando já passámos o limiar da fome. Enfim, um copo de leite morno resolve a situação e talvez uma torradita ou uma banana. Deito um olho à Rebeca que, agarrada ao biberão e à fralda já está de entrada no mundo dos sonhos e sento-me, embalando o carrinho até senti-la pronta para a cama. Já aninhada no sofá, revejo o dia, as aulas, os momentos em família, as correrias, as frases ditas pelos miúdos...
Dou ainda uma passagem pela "farm" e pelo café"certificando-me que a coisa fica composta até ao dia seguinte, leio uns quantos "posts" de amigos e vou dormir.´
E grande parte dos dias desta semana foram exactamente assim...

01/10/2009

A vida é complicada

Não há um ano em que não passe por isto.
A angústia que se instala ao receber os horários da malta cá de casa é corrosiva...não mata mas mói e, não duvido mesmo nada, que estes Setembros e Outubros dos últimos anos nos acrescentem em abundância cabelos brancos a uma colecção que já de si é generosa!
Esta semana recebi mais de quatro telefonemas do Barry a informar-me das mudanças que o seu horário vai sofrendo. Eu de rotina já istalada, a três passos de casa e o pobre ali, a tentar conciliar as horas com a minhas para que saiamos todos a ganhar, especialmente os filhos. Este ano a coisa não estava mal...parecia. O apoio da Cristina, sempre presente desde os primórdios da nossa família nessa missão de ama/amiga, ficou desde logo combinado. A vizinha do lado que de quando em vez nos ajuda em dias de reuniões tardias também prometeu não faltar. Mas de repente eis que surgem imprevistos: acçoes de formação de carácter urgente, sob pena de ter uma má avaliação se as não fizer e tudo se desmorona: quem me resolve o problema das nove sessões de trabalho forçado a horas tardias em que não há ninguém para ajudar?
Por causa disso já chorei hoje. Já pensei que só a mim é que estas coisas acontecem. Já amaldiçoei (mais uma vez) a profissão que escolhi e por fim lá me resignei a assinar a dita inscrição para uns segundos depois a deitar no lixo e decidir que não faço, não vou, não quero saber. Há-de aparecer outra oportunidade a horas decentes.Digo eu.
A vida é complicada. A minha vida pelo menos é.

28/09/2009

Rebeca - 21 meses

Está tão fofa, malandra, chata, birrenta, doce, meiga, sorridente, corajosa, independente e tão, tão minha!

Gripe A

Na passada sexta-feira não fui trabalhar. Tive muitas dores de garganta durante a noite e acordei a tossir e quase sem voz. Passei a manhã no hospital e sái de lá com a prescrição de anti-gripal, anti-inflamatório e pastilhas para a garganta.Gripe sazonal, portanto.
No dia seguinte, sábado, recebi um e-mail da escola a dizer que o primeiro caso de Gripe A tinha sido confirmado. Uma aluna de 6ºano que tinha estado em contacto com uma amiga infectada foi enviada pelos pais para a escola, sem qualquer pejo, apesar de os mesmos saberem que a aluna já apresentava um quadro de febre e terem ido fazer a análise de despiste do H1N1. Mais tarde os mesmos telefonaram a avisar que a aluna deveria ser isolada pois o resultado da análise tinha chegado e confirmava o pior.
Agora pergunto: nas 3 horas em qua aluna esteve nas aulas, quantos colegas terão sido contaminados?
Há coisas que me transcendem...

15/09/2009

O primeiro dia

Dormi mal. O turbilhão de pensamentos que me assombrou toda a noite e não me deu tréguas ao corpo e mente, acabou também por me levantar da cama mais cedo do que previra.
O primeiro dia. O meu. O do David.
A vida é feita de muitas primeiras vezes mas atrevo-me a dizer que nenhuma marca tanto alguém como o primeiro dia de escola. O dia em que parte da nossa infância se vai, em que dizemos adeus às tardes despreocupadas, às brincadeiras tão inocentes dos cinco anos, à boca suja, às unhas negras e ao bibe de quadradinhos pintado de tantas cores. É o dia em que damos aquele passo gigantesgo em direcção ao futuro, esse futuro papão e infame que nos traga os dias tornando-os rápidos, com menos horas, que nos leva as estações uma após outra e nos faz soprar as velas do bolo sem a mesma alegria de outrora.
Foi hoje o primeiro dia do David na escola e eu não estive lá com ele. Não lhe sequei as lágrimas nem o ouvi gritar que não, não queria ir para a sala sózinho. A essa hora estava eu a receber de braços abertos vinte e sete meninos desconhecidos, todos de sorriso na cara e expressão curiosa, olhando-me pela primeira vez mas não adivinhando sequer como me sentia por dentro.
Foi o meu primeiro dia na escola nova com alunos. O primeiro dia dele na escola nova, como aluno. E eu não faço parte dessa recordação.

12/09/2009

E hoje foi dia...

...de ir por o primeiro aparelho.
Tadinho do miúdo!

11/09/2009

Da janela...


...do meu sótão vejo a escola nova.
A cor vibrante com que a pintaram este Verão destaca-se no horizonte e o edifício, algo imponente, surge no meio das àrvores, as mesmas que abrigam com a sua sombra mesas e bancos de pedra. São sete as ruas que me separam desse edifío, quase tantas quantas as horas que lá vou passar diariamente.
Pela proximidade, pela facilidade em lá chegar, pelo tempo que poupo acho que fiz a escolha acertada. Duas semanas já passaram e cada vez mais me convenço que estou no sítio certo.

03/09/2009

Da escola nova - parte II

Hoje as coisas já correram melhor.
Afinal as caras estranhas já têm nome e muitas estão ali pela primeira vez, tal como eu. Aliás, fiquei a saber que 60% dos professores da escola são novos o que de alguma forma me dá algum conforto.
Tive três reuniões, uma geral, uma de departamento de expressões e por fim uma de educação musical. De tarde fiquei de serviço a um exame oral de 9ºano de Francês.
Da distribuição de serviço que me foi entregue para já sei que:
. tenho 4 turmas (duas de 5º e duas de 6º)
. dou Área de Projecto a essas turmas
. sou directora de turma de um 6ºano
. tenho 2 horas semanais de tutoria
. dou clube de música

Amanhã tenho reuniões novamente.

Da escola nova - parte I

Fui apresentar-me no dia 1 de Setembro na escola nova.
Edifício quase vazio, caras desconhecidas, beijinhos e abraços que me passaram todos ao lado.
Saí de lá vazia. Uma estranha.
O melhor de tudo foi perceber que demorei 2m de carro a chegar de novo a casa.

29/08/2009

O desfralde - parte II

Faz um mês que meti na cabeça que havia de começar a tirar as fraldas à Rebeca e, olhando para trás, percebo que não poderia ter tomado essa decisão em melhor altura: a pequenita não só percebeu num instante para que serve o bacio mas também aprendeu de forma rápida a pedir para lá ir e a tirar as fraldas após as sestinhas. As vantagens de se fazer isto no Verão são imensas uma vez que a pouca roupa que se veste agiliza o processo e a maior parte das vezes uma t-shirt ou um vestido curtito são as únicas peças usadas por ela em casa. Achei interessante o facto de não ter medo da sanita, à semelhança dos manos que não passaram sequer pelo bacio. Mesmo assim ganha-lhes aos pontos uma vez que só comecei o desfralde deles já iam nos dois anos e tal e a Rebeca tem apenas 20 meses feitos ontem. Bem me tinham dito que nestas coisas as meninas eram mais despachadas!
O próximo passo será habituá-la a usar cuequinhas quando saímos de casa já que até agora continua a usar a fraldinha nessas ocasiões.

24/08/2009

Mais um

Pensava eu que o fazer e desfazer de malas era assunto encerrado. Enganei-me. Os miúdos voltaram hoje a sair de casa rumo a mais um acampamento, o último deste Verão. Ainda não pararam desde que Junho findou e, nisto das férias, a vontade de mais e mais supera e a energia revela-se inesgotável! Em breve começará outra etapa, mais um ano escolar; convém que vão de cabeça espairecida e corpo farto de sol, mar, brincadeira, ao mesmo tempo que nos seus coraçõezinhos ainda tão jovens, a semente vai sendo lançada, regada, fortalecida e isto é mesmo o mais importante.

21/08/2009

Inspiração

Não têm sido poucas as vezes em que abro esta página para nela escrever qualquer coisa, no entanto o branco e vazio espaço intimida-me e, mesmo tendo ideias, acabo por deixá-las assim meio desarrumadas na prateleira do meu pensamento protelando a sua ordenação vez após vez, como se de um trabalho penoso e obrigatório se tratasse. Estou a mudar, concluo. Dantes, pequenos nadas se transformavam em textos; linhas cheias fluíam e, a caneta, invejosa, apropriava-se de páginas e mais páginas, não sabendo parar, num frenesim corrido, alegre e entusiasmado, como se fosse ela também uma parte do meu corpo.
Agora dói-me escrever. Dou comigo a falar alto, como que querendo ordenar às minhas mãos que escrevam aquilo que penso, contudo elas não obedecem, preferem explorar outros caminhos, abrem e fecham janelas, clicam no rato e, quando por fim regressam à página já é tarde demais, a inspiração desanimou.
E aí baixam-se os braços e adia-se para uma outra vez.

17/08/2009

Das férias - fotos












01/08/2009

Férias

Os miúdos já voltaram do acampamento. O ninho está novamente completo, feliz, a transbordar! É agora altura de irmos todos para outras paragens, mudar de ares.
Com o nono aniversário do meu menino mais velho começam também as nossas férias em família.
Até daqui a 15 dias!

31/07/2009

O desfralde


Sei que talvez ainda seja cedo, no entanto, comecei esta semana a tentar habituar a Rebeca a andar sem fralda em casa. Após alguns dias em que o bacio começou a fazer parte da "mobília" para que a sua presença deixasse de ser algo de estranho para a Rebeca, comecei ontem a tentar que ela se sentasse lá. Não posso dizer que lhe agrade fazê-lo mas, após alguns descuidos por vários pontos da casa e de eu lhe dizer que não era ali que se fazia mas sim no bacio, parece que ela lá percebeu a função do dito. Hoje, pela primeira vez, a pequenita já usou a nova "cadeirinha" ao que se seguiu uma grande festa para lhe mostrar o nosso contentamento!!
Vamos ver...

É amanhã...

E porque já há uns valentes anos que eu e a mana cantamos isto neste dia...aqui fica:

É amanhã dia 1 de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sozinho

Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes

Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo p´ra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer

Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes

Letra: Tim
Música: Xutos & Pontapés

29/07/2009

Vocabulário

Pelo que tenho lido, o processo natural de desenvolvimento da produção dos sons pelo bebé começa muito cedo, primeiro involuntariamente e, depois dos 6/8 meses, já com a intenção de estabelecer contacto com quem o rodeia.
A fala, propriamente dita, não tem o mesmo ritmo em todas as crianças, começando umas a expressar-se muito cedo, enquanto noutras este processo é mais demorado.
Lembro-me que o Mateus, quando entrou para a creche aos 2 anos acabados de completar, dizia muito poucas coisas.Na altura li alguns comentários sobre estudos feitos a crianças bilingues e sempre achei normal que o meus filho viesse a falar mais tarde que as outras crianças. A educadora com quem ficou referiu que o grande passo se dava aos dois anos e meio, no geral. Assim foi, pelo Natal desse ano, ele já dizia imensas coisas novas, quer em Português, quer em Inglês, mostrando no entanto maior preferência por esta última língua por ser a mais falada em casa.
Já no David, talvez pelo facto de ter o irmão, este processo foi um pouco mais rápido.Começou a falar pela mesma altura, no entanto, o seu vocabulário sempre foi mais rico e as frases extremamente bem construídas, nas duas línguas, aliás, é uma caracteristica muito dele, o ser "explicado".
Agora, com a Rebeca, confesso que estou mais atenta aos pormenores do que anteriormente; há cerca de dois meses começou a dizer as primeiras palavras, curiosamente todas em inglês, sendo elas: daddy, mam, garden, three, sendo as duas primeiras bem pronunciadas e as seguintes faltando-lhes o "r". Entretanto, recentemente, começou a dizer: down, no, gone, Tom (de Tommy, o nosso gato)e bye-bye.
A semana passada disse pela primeira vez: "baby" e "belly"(apontando para o umbigo).
Sei que o facto de ter os manos a "puxar" por ela torna também as coisas mais fáceis e é notória a forma como percebe tudo o que se lhe diz, especialmente se lhe falarmos em inglês.

E são estas as primeiras palavras da Rebeca, um dia após completar dezanove mesinhos.