Na passada sexta-feira não fui trabalhar. Tive muitas dores de garganta durante a noite e acordei a tossir e quase sem voz. Passei a manhã no hospital e sái de lá com a prescrição de anti-gripal, anti-inflamatório e pastilhas para a garganta.Gripe sazonal, portanto.
No dia seguinte, sábado, recebi um e-mail da escola a dizer que o primeiro caso de Gripe A tinha sido confirmado. Uma aluna de 6ºano que tinha estado em contacto com uma amiga infectada foi enviada pelos pais para a escola, sem qualquer pejo, apesar de os mesmos saberem que a aluna já apresentava um quadro de febre e terem ido fazer a análise de despiste do H1N1. Mais tarde os mesmos telefonaram a avisar que a aluna deveria ser isolada pois o resultado da análise tinha chegado e confirmava o pior.
Agora pergunto: nas 3 horas em qua aluna esteve nas aulas, quantos colegas terão sido contaminados?
Há coisas que me transcendem...
28/09/2009
15/09/2009
O primeiro dia
Dormi mal. O turbilhão de pensamentos que me assombrou toda a noite e não me deu tréguas ao corpo e mente, acabou também por me levantar da cama mais cedo do que previra.
O primeiro dia. O meu. O do David.
A vida é feita de muitas primeiras vezes mas atrevo-me a dizer que nenhuma marca tanto alguém como o primeiro dia de escola. O dia em que parte da nossa infância se vai, em que dizemos adeus às tardes despreocupadas, às brincadeiras tão inocentes dos cinco anos, à boca suja, às unhas negras e ao bibe de quadradinhos pintado de tantas cores. É o dia em que damos aquele passo gigantesgo em direcção ao futuro, esse futuro papão e infame que nos traga os dias tornando-os rápidos, com menos horas, que nos leva as estações uma após outra e nos faz soprar as velas do bolo sem a mesma alegria de outrora.
Foi hoje o primeiro dia do David na escola e eu não estive lá com ele. Não lhe sequei as lágrimas nem o ouvi gritar que não, não queria ir para a sala sózinho. A essa hora estava eu a receber de braços abertos vinte e sete meninos desconhecidos, todos de sorriso na cara e expressão curiosa, olhando-me pela primeira vez mas não adivinhando sequer como me sentia por dentro.
Foi o meu primeiro dia na escola nova com alunos. O primeiro dia dele na escola nova, como aluno. E eu não faço parte dessa recordação.
O primeiro dia. O meu. O do David.
A vida é feita de muitas primeiras vezes mas atrevo-me a dizer que nenhuma marca tanto alguém como o primeiro dia de escola. O dia em que parte da nossa infância se vai, em que dizemos adeus às tardes despreocupadas, às brincadeiras tão inocentes dos cinco anos, à boca suja, às unhas negras e ao bibe de quadradinhos pintado de tantas cores. É o dia em que damos aquele passo gigantesgo em direcção ao futuro, esse futuro papão e infame que nos traga os dias tornando-os rápidos, com menos horas, que nos leva as estações uma após outra e nos faz soprar as velas do bolo sem a mesma alegria de outrora.
Foi hoje o primeiro dia do David na escola e eu não estive lá com ele. Não lhe sequei as lágrimas nem o ouvi gritar que não, não queria ir para a sala sózinho. A essa hora estava eu a receber de braços abertos vinte e sete meninos desconhecidos, todos de sorriso na cara e expressão curiosa, olhando-me pela primeira vez mas não adivinhando sequer como me sentia por dentro.
Foi o meu primeiro dia na escola nova com alunos. O primeiro dia dele na escola nova, como aluno. E eu não faço parte dessa recordação.
12/09/2009
11/09/2009
Da janela...
...do meu sótão vejo a escola nova.
A cor vibrante com que a pintaram este Verão destaca-se no horizonte e o edifício, algo imponente, surge no meio das àrvores, as mesmas que abrigam com a sua sombra mesas e bancos de pedra. São sete as ruas que me separam desse edifío, quase tantas quantas as horas que lá vou passar diariamente.
Pela proximidade, pela facilidade em lá chegar, pelo tempo que poupo acho que fiz a escolha acertada. Duas semanas já passaram e cada vez mais me convenço que estou no sítio certo.
03/09/2009
Da escola nova - parte II
Hoje as coisas já correram melhor.
Afinal as caras estranhas já têm nome e muitas estão ali pela primeira vez, tal como eu. Aliás, fiquei a saber que 60% dos professores da escola são novos o que de alguma forma me dá algum conforto.
Tive três reuniões, uma geral, uma de departamento de expressões e por fim uma de educação musical. De tarde fiquei de serviço a um exame oral de 9ºano de Francês.
Da distribuição de serviço que me foi entregue para já sei que:
. tenho 4 turmas (duas de 5º e duas de 6º)
. dou Área de Projecto a essas turmas
. sou directora de turma de um 6ºano
. tenho 2 horas semanais de tutoria
. dou clube de música
Amanhã tenho reuniões novamente.
Afinal as caras estranhas já têm nome e muitas estão ali pela primeira vez, tal como eu. Aliás, fiquei a saber que 60% dos professores da escola são novos o que de alguma forma me dá algum conforto.
Tive três reuniões, uma geral, uma de departamento de expressões e por fim uma de educação musical. De tarde fiquei de serviço a um exame oral de 9ºano de Francês.
Da distribuição de serviço que me foi entregue para já sei que:
. tenho 4 turmas (duas de 5º e duas de 6º)
. dou Área de Projecto a essas turmas
. sou directora de turma de um 6ºano
. tenho 2 horas semanais de tutoria
. dou clube de música
Amanhã tenho reuniões novamente.
Da escola nova - parte I
Fui apresentar-me no dia 1 de Setembro na escola nova.
Edifício quase vazio, caras desconhecidas, beijinhos e abraços que me passaram todos ao lado.
Saí de lá vazia. Uma estranha.
O melhor de tudo foi perceber que demorei 2m de carro a chegar de novo a casa.
Edifício quase vazio, caras desconhecidas, beijinhos e abraços que me passaram todos ao lado.
Saí de lá vazia. Uma estranha.
O melhor de tudo foi perceber que demorei 2m de carro a chegar de novo a casa.
29/08/2009
O desfralde - parte II
Faz um mês que meti na cabeça que havia de começar a tirar as fraldas à Rebeca e, olhando para trás, percebo que não poderia ter tomado essa decisão em melhor altura: a pequenita não só percebeu num instante para que serve o bacio mas também aprendeu de forma rápida a pedir para lá ir e a tirar as fraldas após as sestinhas. As vantagens de se fazer isto no Verão são imensas uma vez que a pouca roupa que se veste agiliza o processo e a maior parte das vezes uma t-shirt ou um vestido curtito são as únicas peças usadas por ela em casa. Achei interessante o facto de não ter medo da sanita, à semelhança dos manos que não passaram sequer pelo bacio. Mesmo assim ganha-lhes aos pontos uma vez que só comecei o desfralde deles já iam nos dois anos e tal e a Rebeca tem apenas 20 meses feitos ontem. Bem me tinham dito que nestas coisas as meninas eram mais despachadas!
O próximo passo será habituá-la a usar cuequinhas quando saímos de casa já que até agora continua a usar a fraldinha nessas ocasiões.
O próximo passo será habituá-la a usar cuequinhas quando saímos de casa já que até agora continua a usar a fraldinha nessas ocasiões.
24/08/2009
Mais um
Pensava eu que o fazer e desfazer de malas era assunto encerrado. Enganei-me. Os miúdos voltaram hoje a sair de casa rumo a mais um acampamento, o último deste Verão. Ainda não pararam desde que Junho findou e, nisto das férias, a vontade de mais e mais supera e a energia revela-se inesgotável! Em breve começará outra etapa, mais um ano escolar; convém que vão de cabeça espairecida e corpo farto de sol, mar, brincadeira, ao mesmo tempo que nos seus coraçõezinhos ainda tão jovens, a semente vai sendo lançada, regada, fortalecida e isto é mesmo o mais importante.
21/08/2009
Inspiração
Não têm sido poucas as vezes em que abro esta página para nela escrever qualquer coisa, no entanto o branco e vazio espaço intimida-me e, mesmo tendo ideias, acabo por deixá-las assim meio desarrumadas na prateleira do meu pensamento protelando a sua ordenação vez após vez, como se de um trabalho penoso e obrigatório se tratasse. Estou a mudar, concluo. Dantes, pequenos nadas se transformavam em textos; linhas cheias fluíam e, a caneta, invejosa, apropriava-se de páginas e mais páginas, não sabendo parar, num frenesim corrido, alegre e entusiasmado, como se fosse ela também uma parte do meu corpo.
Agora dói-me escrever. Dou comigo a falar alto, como que querendo ordenar às minhas mãos que escrevam aquilo que penso, contudo elas não obedecem, preferem explorar outros caminhos, abrem e fecham janelas, clicam no rato e, quando por fim regressam à página já é tarde demais, a inspiração desanimou.
E aí baixam-se os braços e adia-se para uma outra vez.
Agora dói-me escrever. Dou comigo a falar alto, como que querendo ordenar às minhas mãos que escrevam aquilo que penso, contudo elas não obedecem, preferem explorar outros caminhos, abrem e fecham janelas, clicam no rato e, quando por fim regressam à página já é tarde demais, a inspiração desanimou.
E aí baixam-se os braços e adia-se para uma outra vez.
17/08/2009
01/08/2009
Férias
Os miúdos já voltaram do acampamento. O ninho está novamente completo, feliz, a transbordar! É agora altura de irmos todos para outras paragens, mudar de ares.
Com o nono aniversário do meu menino mais velho começam também as nossas férias em família.
Até daqui a 15 dias!
Com o nono aniversário do meu menino mais velho começam também as nossas férias em família.
Até daqui a 15 dias!
31/07/2009
O desfralde
Sei que talvez ainda seja cedo, no entanto, comecei esta semana a tentar habituar a Rebeca a andar sem fralda em casa. Após alguns dias em que o bacio começou a fazer parte da "mobília" para que a sua presença deixasse de ser algo de estranho para a Rebeca, comecei ontem a tentar que ela se sentasse lá. Não posso dizer que lhe agrade fazê-lo mas, após alguns descuidos por vários pontos da casa e de eu lhe dizer que não era ali que se fazia mas sim no bacio, parece que ela lá percebeu a função do dito. Hoje, pela primeira vez, a pequenita já usou a nova "cadeirinha" ao que se seguiu uma grande festa para lhe mostrar o nosso contentamento!!
Vamos ver...
É amanhã...
E porque já há uns valentes anos que eu e a mana cantamos isto neste dia...aqui fica:
É amanhã dia 1 de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sozinho
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes
Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo p´ra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes
Letra: Tim
Música: Xutos & Pontapés
É amanhã dia 1 de Agosto
E tudo em mim é um fogo posto
Sacola ás costas, cantante na mão
Enterro os pés no calor do chão
É tanto o sol pelo caminho
Que vendo um, não me sinto sozinho
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes
Adoro ver a praia dourada
O estranho brilho da areia molhada
Mergulho verde nas ondas do mar
Procuro o fundo p´ra lhe tocar
Estendido ao sol, sem nada dizer
Sorriso aberto de puro prazer
Todos os anos, em praias diferentes
Se buscam corpos sedosos e quentes
Letra: Tim
Música: Xutos & Pontapés
29/07/2009
Vocabulário
Pelo que tenho lido, o processo natural de desenvolvimento da produção dos sons pelo bebé começa muito cedo, primeiro involuntariamente e, depois dos 6/8 meses, já com a intenção de estabelecer contacto com quem o rodeia.
A fala, propriamente dita, não tem o mesmo ritmo em todas as crianças, começando umas a expressar-se muito cedo, enquanto noutras este processo é mais demorado.
Lembro-me que o Mateus, quando entrou para a creche aos 2 anos acabados de completar, dizia muito poucas coisas.Na altura li alguns comentários sobre estudos feitos a crianças bilingues e sempre achei normal que o meus filho viesse a falar mais tarde que as outras crianças. A educadora com quem ficou referiu que o grande passo se dava aos dois anos e meio, no geral. Assim foi, pelo Natal desse ano, ele já dizia imensas coisas novas, quer em Português, quer em Inglês, mostrando no entanto maior preferência por esta última língua por ser a mais falada em casa.
Já no David, talvez pelo facto de ter o irmão, este processo foi um pouco mais rápido.Começou a falar pela mesma altura, no entanto, o seu vocabulário sempre foi mais rico e as frases extremamente bem construídas, nas duas línguas, aliás, é uma caracteristica muito dele, o ser "explicado".
Agora, com a Rebeca, confesso que estou mais atenta aos pormenores do que anteriormente; há cerca de dois meses começou a dizer as primeiras palavras, curiosamente todas em inglês, sendo elas: daddy, mam, garden, three, sendo as duas primeiras bem pronunciadas e as seguintes faltando-lhes o "r". Entretanto, recentemente, começou a dizer: down, no, gone, Tom (de Tommy, o nosso gato)e bye-bye.
A semana passada disse pela primeira vez: "baby" e "belly"(apontando para o umbigo).
Sei que o facto de ter os manos a "puxar" por ela torna também as coisas mais fáceis e é notória a forma como percebe tudo o que se lhe diz, especialmente se lhe falarmos em inglês.
E são estas as primeiras palavras da Rebeca, um dia após completar dezanove mesinhos.
A fala, propriamente dita, não tem o mesmo ritmo em todas as crianças, começando umas a expressar-se muito cedo, enquanto noutras este processo é mais demorado.
Lembro-me que o Mateus, quando entrou para a creche aos 2 anos acabados de completar, dizia muito poucas coisas.Na altura li alguns comentários sobre estudos feitos a crianças bilingues e sempre achei normal que o meus filho viesse a falar mais tarde que as outras crianças. A educadora com quem ficou referiu que o grande passo se dava aos dois anos e meio, no geral. Assim foi, pelo Natal desse ano, ele já dizia imensas coisas novas, quer em Português, quer em Inglês, mostrando no entanto maior preferência por esta última língua por ser a mais falada em casa.
Já no David, talvez pelo facto de ter o irmão, este processo foi um pouco mais rápido.Começou a falar pela mesma altura, no entanto, o seu vocabulário sempre foi mais rico e as frases extremamente bem construídas, nas duas línguas, aliás, é uma caracteristica muito dele, o ser "explicado".
Agora, com a Rebeca, confesso que estou mais atenta aos pormenores do que anteriormente; há cerca de dois meses começou a dizer as primeiras palavras, curiosamente todas em inglês, sendo elas: daddy, mam, garden, three, sendo as duas primeiras bem pronunciadas e as seguintes faltando-lhes o "r". Entretanto, recentemente, começou a dizer: down, no, gone, Tom (de Tommy, o nosso gato)e bye-bye.
A semana passada disse pela primeira vez: "baby" e "belly"(apontando para o umbigo).
Sei que o facto de ter os manos a "puxar" por ela torna também as coisas mais fáceis e é notória a forma como percebe tudo o que se lhe diz, especialmente se lhe falarmos em inglês.
E são estas as primeiras palavras da Rebeca, um dia após completar dezanove mesinhos.
26/07/2009
Acampamento
Uma semana sem os filhotes, é o resumo deste post.
Como já vem sendo hábito nos últimos anos, os filhotes mais velhos foram para o acampamento bíblico onde irão passar uma semana inteirinha! Para o Mateus será a quarta vez a incorrer nestas aventuras enquanto que para o David é esta a terceira...sim, começaram cedo, é verdade mas, para aprender da Bíblia e do exemplo de Amor e Salvação que Jesus nos dá, nunca é cedo demais. Sei que naquele lugar aprenderão coisas boas mas também consolidarão boas amizades e isso é importante para os formar como pessoas. Já não fico com o coração apertadinho, como da primeira ou segunda vez, antes fico alegre de os ver partir de sorriso na boca e enche-se-me o ser sabê-los bem!
Como já vem sendo hábito nos últimos anos, os filhotes mais velhos foram para o acampamento bíblico onde irão passar uma semana inteirinha! Para o Mateus será a quarta vez a incorrer nestas aventuras enquanto que para o David é esta a terceira...sim, começaram cedo, é verdade mas, para aprender da Bíblia e do exemplo de Amor e Salvação que Jesus nos dá, nunca é cedo demais. Sei que naquele lugar aprenderão coisas boas mas também consolidarão boas amizades e isso é importante para os formar como pessoas. Já não fico com o coração apertadinho, como da primeira ou segunda vez, antes fico alegre de os ver partir de sorriso na boca e enche-se-me o ser sabê-los bem!
23/07/2009
Almoço Anual
Como já vem sendo tradição, ontem a minha amiga e colega Margarida fez mais um dos seus "almoços secretos"...os tais cujo convite é recebido por mail ou sms, sem prévia combinação e para o qual nunca sabemos se somos ou não convidados. Pela terceira vez consecutiva fui e gostei muito.É engraçado que há 2 anos fui grávida de 3 mesitos, o ano passado já ia com uma Rebeca de 6 meses e este ano fui mesmo sózinha, sem filhitos pendurados (eheh) tendo os mesmos ficado a dar cabo do juízo do papá na escola e mais tarde na explicação!
Aqui ficam algumas fotos.


Aqui ficam algumas fotos.


13/07/2009
Na última semana...
... aconteceu tanta coisa e o tempo foi tão pouco para cá vir...ora vejamos:
Os resultados dos concursos de professores saíram e, como já aqui tinha dito, fiquei colocada perto de casa (não é que estivesse longe...mas pronto). Fui apresentar-me, conhecer a directora, assinar papeladas, etc.
O trabalho na minha actual escola, que ainda não terminou, conheceu a semana passada um dos maiores picos do ano lectivo, com toda a documentação da avaliação de professores para preencher, o relatorio da direcção de turma para elaborar, outro relatório da estrutura a que pertenço (Projecto Educativo) para entregar e ainda o "desmanchar" de dossiers, tarefa abominável que consiste nisso mesmo, no dividir por secções todos os dossiers da direcção de turma e entregar na secretaria para ser arquivado. É um processo aborrecido, criterioso e demorado.
Depois houve o "arrumar da casa", que traduzido significa retirar tudo do cacifo e entregar as chaves à direcção...coisa que parece simples mas não é, tendo em conta que, no cacifo, acaba por se descobrir de tudo um pouco, desde o cd desaparecido à pauta musical que procurámos sem sucesso, da pasta com fotocópias até à ficha que pode ser utilizada no próximo ano, do pacote de bolachas até ao envelope com fotos dos alunos, das canetas coloridas até à prenda que alguém nos deixou.
As noites também não me deram tréguas, com uma Rebeca a portar-se cada vez pior, birrenta de sono mas generosa em energia.
Já os irmãos também deram algum trabalho, com o Mateus a precisar de ajuda nas canções do "musical camp" e o irmão àvido de atenção, já sem pré-escolar e entregue ao tédio dos longos dias de Verão.
Foi também altura de ir à reunião de pais com a profª do Mateus e ficámos felizes de saber que o miúdo continua bem e recomenda-se, sem problemas de comportamento e com todas as notas acima de Bom.
Com o aproximar do fim-de-semana a coisa não ficou por aqui. Houve que fazer uma boa limpeza à casa, esconder a tralha que parece não ter onde arrumar e preparar as coisas para acolher "a visita" - um amigo recente de pronúncia arrevesada, da outra Irlanda que não a nossa, que por cá ficou dois dias e deixou algumas saudades na população mais nova desta casa.
Na sexta e sábado fomos ver o resultado da semana de trabalho do nosso mais velho no musical camp da Adonia. Um estrondo, melhor seria difícil! Será decerto para repetir em anos vindouros e dessa feita talvez também com o do meio como participante.
Ontem, Domingo, a igreja foi em picnic. Um sítio bonito, acolhedor, recheado de diversão mas dando sempre o primeiro lugar Àquele que o merece, através da pregação, dos cânticos, oração e testemunho.
E depois desta semana atarefada só me apetece descansar...mas eis que é 2ªfeira e há muito que fazer.
Matt na Adonia


Picnic da Igreja




Barry e Stuart

Os resultados dos concursos de professores saíram e, como já aqui tinha dito, fiquei colocada perto de casa (não é que estivesse longe...mas pronto). Fui apresentar-me, conhecer a directora, assinar papeladas, etc.
O trabalho na minha actual escola, que ainda não terminou, conheceu a semana passada um dos maiores picos do ano lectivo, com toda a documentação da avaliação de professores para preencher, o relatorio da direcção de turma para elaborar, outro relatório da estrutura a que pertenço (Projecto Educativo) para entregar e ainda o "desmanchar" de dossiers, tarefa abominável que consiste nisso mesmo, no dividir por secções todos os dossiers da direcção de turma e entregar na secretaria para ser arquivado. É um processo aborrecido, criterioso e demorado.
Depois houve o "arrumar da casa", que traduzido significa retirar tudo do cacifo e entregar as chaves à direcção...coisa que parece simples mas não é, tendo em conta que, no cacifo, acaba por se descobrir de tudo um pouco, desde o cd desaparecido à pauta musical que procurámos sem sucesso, da pasta com fotocópias até à ficha que pode ser utilizada no próximo ano, do pacote de bolachas até ao envelope com fotos dos alunos, das canetas coloridas até à prenda que alguém nos deixou.
As noites também não me deram tréguas, com uma Rebeca a portar-se cada vez pior, birrenta de sono mas generosa em energia.
Já os irmãos também deram algum trabalho, com o Mateus a precisar de ajuda nas canções do "musical camp" e o irmão àvido de atenção, já sem pré-escolar e entregue ao tédio dos longos dias de Verão.
Foi também altura de ir à reunião de pais com a profª do Mateus e ficámos felizes de saber que o miúdo continua bem e recomenda-se, sem problemas de comportamento e com todas as notas acima de Bom.
Com o aproximar do fim-de-semana a coisa não ficou por aqui. Houve que fazer uma boa limpeza à casa, esconder a tralha que parece não ter onde arrumar e preparar as coisas para acolher "a visita" - um amigo recente de pronúncia arrevesada, da outra Irlanda que não a nossa, que por cá ficou dois dias e deixou algumas saudades na população mais nova desta casa.
Na sexta e sábado fomos ver o resultado da semana de trabalho do nosso mais velho no musical camp da Adonia. Um estrondo, melhor seria difícil! Será decerto para repetir em anos vindouros e dessa feita talvez também com o do meio como participante.
Ontem, Domingo, a igreja foi em picnic. Um sítio bonito, acolhedor, recheado de diversão mas dando sempre o primeiro lugar Àquele que o merece, através da pregação, dos cânticos, oração e testemunho.
E depois desta semana atarefada só me apetece descansar...mas eis que é 2ªfeira e há muito que fazer.
Matt na Adonia


Picnic da Igreja




Barry e Stuart
06/07/2009
É só pra dizer...
...que ao fim de doze anos, mudei de escola!
Em Setembro lá vou eu, novas caras, colegas diferentes, alunos decerto parecidos e muito, muito ainda para aprender!!
E desta vez, a 2 minutos de casa.
Em Setembro lá vou eu, novas caras, colegas diferentes, alunos decerto parecidos e muito, muito ainda para aprender!!
E desta vez, a 2 minutos de casa.
28/06/2009
Becky 18 meses - um ano e meio!
Um dia no Alentejo
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