12/10/2008

Mark´s induction


Ontem de manhã cedo rumámos a Sul para assistir à celebração do culto de tomada de posse dos nossos amigos Mark e Judy na Igreja Internacional.
Apesar de eu estar doente (e quase afónica) e a Rebeca também não estar muito famosa, lá arriscámos a ir pois há muito que a nossa visita estava prometida.
Ontem e hoje os cultos foram muito bons, a Palavra foi mais uma vez exposta de uma forma simples, verdadeira e eficaz e todos saímos de coração aberto.

Para os nossos amigos, votos de um bom ministério!

07/10/2008

Rebeca - consulta dos 9 meses

Depois das medições e exame físico geral ficámos muito contentes ao ver que a Rebeca subiu no percentil e já está no 50, tanto em comprimento como em peso. A cabeça continua grandita mas já está a ficar mais proporcional em relação ao corpo.

Assim:
Peso - 8,700kg
Comprimento - 70cm
P. Cefálico - 45cm


Da bronquiolite nem sinais, os pulmões estão bem limpinhos e assim fico mais descansada!

Agora voltamos aos 12 meses!!!!(Aiaiai...o tempo passa a correr!)

Eu até gostava de papéis...


Quando era miúda adorava mexer em papelada.

Nas idas com a minha mãe ao banco, aos correios ou ao centro de saúde, debruçava-me avidamente sobre o balcão e de lá retirava alguns exemplares de impressos para depósitos, inscrições e registos.

Já em casa rodeava-me das folhas e impressos recolhidos e, organizadamente distribuía-os na secretária por mim imaginada; de esferográfica na mão distribuía rúbricas, realizava inscrições e atendia clientes imaginários, autenticando todos os documentos com um ar verdadeiramente profissional!

Esta semana, na escola, lembrei-me disto e não pude deixar de sorrir: vinte e tal anos passados e o cenário era quase o mesmo: uma mesa, dois dossiers abertos, papéis de vários tamanhos espalhados e um estojo bem recheado de canetas e lapiseiras.

Desta vez porém não era a fingir e a responsabilidade de ter tudo preenchido a tempo era imperiosa.

Os registos cor-de-rosa dos Ctt ainda são idênticos mas agora têm destino: acompanham uma carta para o tribunal de menores.
Os dossiers contêm processos dos alunos e neles vou apontando os contactos que faço e as respostas que me dão às questões que coloco.
Nas capas plásticas vou guardando os vários papéis conforme o assunto: justificações de faltas; pequenos memos que me lembram o que está ainda por fazer; papéis que nos dão para ler e os quais queremos ignorar pois naquele momento não há tempo nem espaço para mais nada.

E o meu sorriso durou apenas um momento; a mente desocupou-se dessa imagem que tinha tanto de antiga como de inocente e dedicou-se a outros pensamentos.

E ali fiquei mais um bocado. Eu e os meus papéis. E apercebi-me que dantes era melhor.

29/09/2008

Rebeca doentinha

A Rebeca tem andado constipadita por causa dos dentes. Ontem esteve também com tosse e apresentava sinais de estar com alguma congestão no tracto respiratório. Depois de três sessões de aerossóis deitei-a mas ela não queria adormecer; à uma e pouco da manhã as coisas pioraram e comecei a notar-lhe alguma dificuldade em respirar: o peito fazia covinhas e as asas do nariz abriam e fechavam, sinais de alerta que infelizmente já conheço.
Depois de alguma hesitação e mesmo de alguns momentos de pânico da minha parte, lá fomos para o hospital.
Na triagem a enfermeira disse tratar-se mesmo de um episódio de falta de ar e que tinha feito muito bem em ir ao hospital. Pouco depois a médica prescrevia 1cc de adrenalina em aerossol o que não pareceu resultar. Passou então para outro medicamento e este por fim deu algumas melhoras à Rebeca que pacientemente respirava o aerossol pela máscara sem sequer chorar, tal era a prostração. A médica chegou a dizer-me que por momentos chegou a estar muito preocupada pois a Rebeca apresentava já uma tonalidade azulada nos lábios.

Por volta das 4:45h deram-lhe alta e mandaram-me comprar o Ventilan para lhe administrar novamente às sete e meia da manhã, já em casa.

Os miúdos estiveram sempre no carro com o Barry e foi a dormir que os encontrei quando saí da urgência pediátrica.

Foi um susto enorme e é nestas alturas que me apercebo que a vida dos nossos filhos nos pode escapar por entre os dedos, assim de repente, sem que possamos fazer nada...

28/09/2008

Rebeca - 9 meses




. não pára quieta um segundo, mal a pomos no parque já quer sair e ir para a cadeira ou para algum colo que por ali passe.

. o peek-a-boo (cucú) continua a ser a sua brincadeira favorita e já não somos nós a por a fralda na cara, ela própria, sempre que quer brincar, tapa-se com a fradita e de seguida destapa-se espreitando com uns olhinhos muito vivos sempre à espera que gritemos peek-a-boo!!! Isto chega a durar largos minutos!

. aprendeu a fazer algumas gracinhas como acenar com a mãozinha ou começar a palrar para as pessoas até obter resposta.

. já canta...bem, não é um cantar lá muito melodioso mas quando nós cantamos ela quer acompanhar com a-a-a-a-a-a-aaaaaaaaaaaaaa (é muito giro, asseguro-vos)

. come muito bem e está super gorda. No entanto não come ainda a quantidade que o pediatra mandou por isso não percebo como está tão pesada!!

. já começou a mostrar do que gosta ou não gosta e garanto que se nota bem quando não aprecia alguma coisa pois grita de uma forma tão estridente que se deve ouvir ao fundo da rua!

. já responde a algumas das nossas perguntas: "where´s daddy?", "show me your hands", "give me a hug", "where are Matt and David?"; "kiss mommy" - olhando na direcção indicada ou fazendo o que pedimos.

. o inglês continua a ser a língua utilizada para falar com a Rebeca e até a minha amiga Cristina, que fica com ela duas tardes por semana diz que quando fala em português ela parece não perceber. Bem, sobre isto escrevia aqui outro post mas como o assunto não é esse digo apenas que o português tem ela tempo de aprender.

. continua a adorar andar de colo em colo; é muito sociável e raramente estranha alguém. Já se estica toda e dá os bracinhos mostrando para quem quer ir.

. o cabelinho vai crescendo e continua loiro escuro

. já tem 4 dentinhos e estes últimos estão a dar muito aborrecimento, mesmo agora acabei de lhe fazer o aerossol pois está muito constipada e com tosse.

. já se senta sózinha, inclina-se, arrasta-se, rebola-se e gatinha para trás.Também já se consegue levantar mas não se põe totalmente de pé sem ajuda. Quando o fazemos por ela, aguenta-se bastante tempo.

. está muito birrenta, coisa que não era antes! estranhei imenso pois foi a partir do mês passado que começou assim.

. as noites também pioraram, em parte por causa dos dentes e sucessivas constipações. Nestas últimas então acordou umas três ou quatro vezes a chorar.

. Não prescinde dos 150ml de leitinho a meio da noite. Gostava de acabar com esse víciozinho mas não consigo...

. para a semana tenho consulta, vamos ver o que diz o Sr. Doutor!

27/09/2008

Há um ano


Começava uma nova etapa para o David com a sua entrada para o pré-escolar.

26/09/2008

Semana

Sexta-feira, cinco da tarde, bato a porta da sala, digo adeus à colega, despeço-me de alguns alunos que se deixam ficar para o fim e nos roubam um beijinho tímido: "Adeus stora, bom fim de semana, até quinta!"
Só os conheço há uma semana mas já gosto deles. Já gosto muito. Ficaram esquecidas as palavras mais ríspidas desta manhã, o ralhete fenomenal que lhes dei por terem feito barulho na SMat. Já se esqueceram e eu também. Gosto deles, gosto de ser a sua directora de turma, gosto de ser a substituta da mãe deles a quem vêm agarrar-se no recreio, a quem se queixam dos mais velhos -"os grandes bateram-nos, stora"!!.

Já não passava por isto há 9 anos, o mesmo tempo em que andei na coordenação do meu departamento. Já me esquecia de quanto é trabalhoso ser DT, da papelada, dos muitos dossiês, dos telefonemas para casa quando os pais se "esquecem" de mandar os filhos à escola e ainda hoje foram dois:


-Está sim? Daqui fala da Escola X, sou a directora de turma da sua filha. Ela está a faltar e eu queria saber o que se passa.
- Sim doutora! Sabe...ela não está bem a faltar...é que..sabe doutora, houve uma zaragata...nós somos ciganos e sabe como é que é. Um familiar nosso foi pró hospital doutora e nós foramos todos pra lá doutora. Ela amanhã já vai...não amanhã não. Segunda já vai, na se preocupe. Hoje já aí mando a mãe dela pra falar consigo doutora. Adeus doutora. Obrigado.

(...)


- Está lá?
- Sim, boa tarde, queria saber o que se passa com a T. Ela ainda não apareceu na escola e a matrícula está incompleta.
- Ah..sim. Pois, eu não sei não professora. Eu sou tia dela. Eu posso falar com a mãe dela mas não sei mai nada professora.
- Mas este número que marquei diz que é da encarregada de educação da T. Não é a senhora?
- Eu nem sei porque é que o meu número tá aí, não!
- Pois...está no processo da aluna.
- Ah...pois...num sei. Mas eu vou falar com a mãe dela sim senhora. Obrigada.

(...)

Depois há ainda aqueles telefonemas penosos que eu dava tudo pra não ter de fazer... que isto de pedir para um aluno vir à escola quando se sabe que mal ele venha nos vai estragar a turma não é tarefa fácil... mas cabe-nos a nós fazê-la, por mais que nos custe..

É sexta-feira. Bati com a porta às cinco, é verdade, mas a escola ainda me ocupa os pensamentos. Vejo e revejo mentalmente os passos dados, as estratégias que defini, umas com sucesso, outras com um quê de fracasso e sei que é mesmo assim; não se ganha nem se perde sempre. Apesar de tudo ganha-se experiência e faz-se a avaliação dia-a-dia, semana a semana.

E esta semana até que não foi má.

22/09/2008

Outono dentro de casa

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Outono


Hoje começa o Outono, sem dúvida uma das estações mais bonitas mas também mais melancólicas do ano.
Para mim, ao contrário de muita gente, para quem esta estação anuncia o final do ano e o cair da folha simboliza o terminar de algo, o Outono sempre foi sinónimo de novos começos, talvez pela profissão que abracei: o estrear da nova agenda escolar, as caras que passam a fazer parte do meu dia-a-dia e o folhear dos livros da primeira à última página à procura de novidades para os alunos. Apesar de tudo nunca abracei esta estação com contentamento, nem em miúda quando tudo era mais fácil e tomado de ânimo leve. As folhas debaixo dos pés, as primeiras chuvas, o casaco mais quentinho, tudo isto fazia (e faz) parte, mas, para mim, nunca com muito agrado.

Mesmo assim, reconheço no Outono a beleza da Criação e em cada mudança de estação vejo as necessidades da minha família a serem supridas de uma forma maravilhosa, frutos da Graça infindável do nosso Deus!

21/09/2008

Sono


Os meus três filhotes, hoje, no regresso a casa.

8 meses e 4 semanas...


E eis que mais dois dentinhos resolveram romper (ao mesmo tempo) e dar uma trabalheira à pequenita!

18/09/2008

Da escola nova # 2

Às oito e meia estavam a chegar camiões com algum do novo mobiliário escolar: mesas, cadeiras, secretárias e armários.
A minha sala já está preparada, só falta o quadro ser pendurado numa outra parede pois onde está não tem serventia.
A arrecadação já tem armários e só falta enchê-los de instrumentos. Os instrumentos são os velhos pois os (prometidos) novos não passaram de promessa.
O meu grupo tem um gabinete contíguo à sala de EM. Já lá trabalhei hoje: colei fotos, preenchi cartões e abri livros de ponto.
A sala de professores é grande e bonita, só lá faltam plantas e uns cortinados. Chamou-me à atenção a máquina de sumo de laranja instalada num canto do bar. Espero que lá ponham uma máquina de café, de preferência daquelas que também faz Cappuccinos, Lattes e Leite com chocolate.
Segunda-feira abrem-se as portas aos alunos.

Da escola nova

Por dentro é azul, verde, amarela e magnólia, de azulejos opacos até ao tecto.
Cheira a madeira nova e a tinta plástica.
Tem muitas, muitas salas, umas imensamente grandes, outras minúsculas.
Tem quadros brancos onde se escreve com marcadores.
Corredores largos, luminosos. Escadas amplas e também um elevador.
É nova, nova.
Ainda não abriu, não há mesas nem cadeiras.

Amanhã entro às oito e vinte cinco.

15/09/2008

Escola(s)

Hoje foi o primeiro dia de escola para mim e para os miúdos: O David esteve três horinhas na nova sala e adorou. O pai, que o foi levar pois eu não pude, disse que ficou muito orgulhoso dele pois não reagiu nada mal e pelo contrário fez logo amiguinhos! Na minha escola foi a apresentação. Conheci quase todos os meus 25 alunos e respectivos encarregados de educação; não vai ser uma turma fácil pois a heterogeneidade dos alunos requer "tratamento" diversificado, no entanto, parece-me que vou ter os pais do meu lado pois dei-lhes a entender que não sou uma pessoa tolerante a certas situações e que iria logo de início por os "pontos nos ii".

De tarde foi a vez de o Mateus começar. Cheguei há pouco da escola dele e, apesar de não lhe apetecer nada começar, quando viu os coleguinhas, o brilho nos olhos voltou.O Barry irá também começar com novas turmas hoje apesar de já estar a dar aulas desde o início do mês.

E assim começou mais um ano lectivo!

Maninha, parabéns pelos 30 aninhos!




Vê se te dão alta depressa!
Bjs

12/09/2008

Da semana...

Começam os dias cheios, as horas que não chegam para o que quero fazer, a noite que vem mais cedo trazendo-me com ela um pesar nas pálpebras ao qual ainda não sei resistir. Na escola as reuniões sucederam-se em catadupa, sempre sem novidades; seriam ainda mais iguais não fora as caritas no livro de ponto irem mudando de ano para ano, como se quer; repetentes quase não há (i wonder why).Os miúdos não têm conhecido grandes dias. O David tem andado com uma "Enterite", o Mateus aborrecido por não ter o irmão tão disponível e bem disposto como está habituado e a Rebeca a dar mais uma ou outra má noite, sempre em véspera de me levantar cedo.Ontem tive reunião na nova escola do David: a escola dos grandes, embora ele, por culpa do Janeiro, ainda esteja na dos pequenos. Deixei-o na vizinha pois não estava capaz de ir comigo e lá fui. Fiquei um pouco decepcionada ...já é normal, não sou lá muito fácil de contentar como já percebeu quem por cá passa. Mas a sala não é maior que a do ano passado, é quente e está cheia com 25 alunos, educadora e auxiliar. Não há horta, plantinhas para cuidar nem cão ao portão a roubar festas a quem passa.

Fiquei com saudades da outra escolinha mas a decisão foi minha e não decidi mal.
Segunda feira irá ser ele a comparar, a julgar, a ter saudades... mas, como criança que é, saberá adaptar-se e logo criar novos espacinhos no seu coração onde alojar novas amizades...porque as crianças são assim: capazes.

08/09/2008

Horário

Já tenho horário...e seis horas de redução para amamentação ajudam muito!

5 turmas de Em
1 AP
1 Dt
1 Clube

Na componente não lectiva:
. trabalho de projecto com o grupo de trabalho
. trabalho a definir nas próximas semanas

Ps.(O pior vai ser em Janeiro quando essas seis voltarem à carga!)

05/09/2008

Rabugices



A miúda andou instável. Não parecia a minha Rebeca. Do choro aos gritos era um pulinho. Das noites é melhor nem falar, que oito vezes, as mesmas quantos os meses que tem, foram as idas ao quarto a ver o que se passava. Da filha sossegada e boazinha, que nos tempera os dias desde aquele em que aqui chegou, não havia vestígios.
Desconsolada andei por ali uns dias, sem saber como dar à volta à questão, que isto de ser mãe experiente não é bem assim.
No final lá percebi: foram saídas a mais, camas diferentes, colos abundantes e dias longos em solarengos cenários, fora das quatro paredes costumeiras. Ou seja, a miúda vinha estragada das férias!

Mas a coisa já entrou nos eixos, que mais teimosa que ela, é a mãe que a gerou e que não está habituada a perder muitas paradas. Assim, disciplina exercida em forma de frases mais vincadas e menos vontades feitas, lá ajudaram a acertar de novo o ritmo. Agora, já percebe o "não" e aquele olhar mais sério que não é pra brincadeiras.

Tem dormido a noite toda e a rabugice foi para outras paragens.

Quem é que disse que é fácil ser mãe?

04/09/2008

Há um ano

...estava com uma barriguinha de 22 semanas e anunciava "ao mundo" que ia ter uma menina!

02/09/2008

Regresso às aulas

Definitivamente estas são as três palavras que, juntas e agrupadas por esta ordem, ensombram o meu Verão. Logo ali no virar da segunda quinzena de Agosto leio-as, oiço-as na radio e tv e por elas tropeço em intermináveis cartazes de slogans gordos e chamativos.

Ontem foi também o meu regresso, não às aulas (ainda) mas à escola.
Ainda não eram dez e meia da manhã e já não havia onde estacionar.
Estava lá tudo: Primeiro ciclo em peso, reunido em grupinhos, cada um de sua escola. Segundo ciclo, menos barulhento, menos risonho, expressões já esquecidas das férias passadas mas cor de pele traduzindo destinos longínquos e exóticos.
Adivinha-se a pouca vontade de começar na cara de cada um e ainda mais a desilusão de não se estar ainda nas novas instalações. Nas velhas já nem electricidade há.

Beijinhos, palmadinhas nas costas, as perguntas da praxe, os filhos e estava a volta feita.

No placard, por entre várias cabeças, espreito e vejo o que me calhou: 5º ano de EM, Area de Projecto e Formação Cívica. Vou ser directora de turma mas não tenho sextos nem sétimos.

Entrego à vice presidente a resma de papéis que compõem o trabalho que fiz nas férias e venho-me embora com a anotação de duas reuniões de Departamento das Expressões, que o organigrama da escola mudou e já não há Departamento de Ed.Musical.

Já em casa sento-me com os filhos todos no sofá. O Matt fica feliz de me ter de volta e o David, a recuperar de uma virose que lhe elevou a temperatura aos 39º sorri-me e vem aninhar-se no que resta do meu colo tomado já pela Rebeca. O Barry vem da cozinha e encontra-me assim, completa, feliz. Diz-me: gostas mesmo de estar em casa, não é?